Os extratos bancários de Michel Temer e de seu círculo mais íntimo nas mãos da PF

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Em um constrangimento inédito para um mandatário no exercício do cargo, o presidente Michel Temer teve o sigilo bancário quebrado por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal Luis Roberto Barroso. O magistrado autorizou o acesso às movimentações bancárias de Temer entre primeiro de janeiro de 2013 e 30 de junho de 2017 como parte do inquérito que investiga o suposto favorecimento de uma empresa na MP (Medida Provisórios) dos Portos, em maio de 2017. O texto se tornaria um decreto semanas depois.

ver El País
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