Campeão da Libertadores, Victor vê mudança de ciclo no Atlético

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Desde que chegou ao Galo, em meados de 2012, Victor conviveu com verdadeiros esquadrões no papel. De Ronaldinho a Robinho, o goleiro teve ao lado grandes nomes, que ajudaram a formar o ciclo mais vitorioso da história do clube. Em 2018, o panorama é um pouco distinto. As contratações foram mais pontuais e menos badaladas. Porém, para arqueiro, isso não quer dizer necessariamente que o elenco se enfraqueceu.

“É uma nova filosofia, nova metodologia que o novo presidente vem tentando implementar, mas não vai baixar o nível da equipe. As contratações foram pontuais, mesmo sem grande investimento. Foram buscadas peças que atendem as carências do ano passado. Estou bastante otimista. Creio que vai dar bastante resultado. Temos jogadores de grande qualidade”, avaliou o “santo” alvinegro.

Para o arqueiro, essa mudança de ciclos é inerente ao futebol, por ser dinâmico e, por isso, há a troca constante. E para o arqueiro, o importante é reconhecer a importância do passado, mas escrever um novo capítulo na história alvinegra.

“São ciclos que vivemos. O futebol ele tem dessa. É dinâmico. Há essa troca constante. Aqui demorou um pouco mais, mas é normal. A cada temporada um novo ciclo. (os grandes nomes) Foi um ciclo que foi escrito. Estamos aqui para fazer uma nova história”, completou.

Victor é um dos únicos remanescentes do título da Libertadores de 2013 e que segue no Atlético. Ao seu lado aparecem nomes como Luan, Giovanni e Leonardo Silva. Marcos Rocha foi um dos titulares na ocasião a deixar o Atlético para 2018, ao se transferir para o Palmeiras.

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