“Sempre encarei os crimes de Manson como um conto de fadas sombrio”

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Emma Cline (Sonoma, Califórnia, 1989) irradia algo do fascínio que provocavam as meninas assassinas da família Manson, pano de fundo de seu romance As Garotas (Intrínseca). Assim como ainda hoje se procura ler motivos e predisposições nos rostos e gestos daquelas jovens que surgiram no deserto da Califórnia no fim dos anos sessenta para serem catapultadas à história do crime e da perversidade, também se tenta discernir nas feições e na linguagem corporal de Cline pistas do seu sucesso literário e midiático, e seu interesse pelas primeiras. Como as garotas Manson, a escritora abriga seu enigma sob um manto de juventude e uma aura de inocência. Além disso, ela é bonita. Uma beleza quase botticelliana de rosto oval e olhos azuis que parecem deter o tempo quando você os olha de perto.

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