Al Gore: “Aprendi que com o entretenimento se chega muito longe”

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Al Gore acabou protagonizando documentários ambientalistas porque a Suprema Corte o expulsou da política. “Sempre me interessei por tecnologia e pela luta em defesa da natureza, mas esta segunda carreira de ativista ambientalista não foi uma escolha”, afirmou sorrindo. Gore (Washington, 1948) foi derrotado por aquelas cédulas voadoras que deixaram o eleitorado da Flórida enlouquecido e que, com ou sem manipulações, acabaram por levar George W. Bush à Casa Branca, forçando o vice-presidente de Clinton a se dedicar à luta contra a mudança climática. Nesta segunda-feira, ele apresentou em Cannes Uma verdade mais inconveniente, filme em que volta a atacar dez anos depois de Uma verdade inconveniente, que ganhou o Oscar e levou sua mensagem de alerta contra a mudança climática ao mundo inteiro. Prêmio Nobel da Paz, Gore esteve por meia hora com o EL PAÍS nesta terça-feira e, depois de expressar sua tristeza com o atentado de Manchester, insistiu em afirmar que a luta não está perdida: “Temos a tecnologia, o Acordo da Cúpula de Paris pelo qual os países signatários diminuirão as emissões de gases e estimularão as energias renováveis. Sou otimista”.

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