Amsterdã ganha a primeira startup de prostituição, gerida pelas próprias mulheres

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O Bairro da Luz Vermelha de Amsterdã, conhecido pelas vitrines onde as prostitutas se oferecem, passou a contar esta semana com o primeiro bordel administrado pelas próprias profissionais. A Prefeitura lhes concedeu a autorização correspondente, e cerca de 40 mulheres poderão se alternar nos 14 quartos do imóvel. Em vez de alugar cômodos de comércios do ramo, cujos donos impõem preços e condições, elas pagarão ao redor de 80 euros (272 reais) pelo turno da manhã – e o dobro durante a noite – para a fundação Minha Luz Vermelha, auspiciada pela Prefeitura. Como autônomas, serão donas de seu horário e contarão com um espaço comum vetado aos clientes. A Holanda legalizou o comércio do sexo em 2000, e as prostitutas pagam impostos e têm seguridade social.

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