21 militares colombianos são condenados por matar jovens e alegar que eram guerrilheiros

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Transcorreu mais de uma década desde que se desvendou um dos piores crimes da guerra na Colômbia. O escândalo dos chamados “falsos positivos”: civis enganados, assassinados e, depois, identificados como guerrilheiros ou paramilitares, numa estratégia que serviu para que muitos soldados e oficiais conseguissem benefícios econômicos e férias durante o Governo de Álvaro Uribe no início de 2000. Na noite de segunda-feira, um tribunal do Departamento de Cundinamarca condenou 21 militares, entre os quais um coronel, o de mais alta patente, a penas de prisão de 37 a 52 anos por esses crimes, no que já é uma sentença histórica.

ver El País
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