“Eu me chamo Chavela Vargas. Não se esqueçam do meu nome”

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Chavela Vargas teve muitas vidas. Todas desmedidas e cheias de ânsia por liberdade. Algumas mais felizes, umas com mais amor, outras com mais álcool. E, em cada uma delas, lutou por não trair seus ideais e para ser ela mesma. Catherine Gund e Daresha Kyi reuniram todas as Vargas possíveis em Chavela, um documentário que estreou na sexta-feira em Berlim, na sessão Panorama, e que resume, com êxito, uma existência de 93 anos em 90 minutos.

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