De mãos atadas, Temer debate estratégia para caos penitenciário

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O ministro da Defesa, Raul Jungmann, diz que o massacre de 56 presos em Manaus era um “desastre anunciado”. O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, por sua vez, afirma que o sistema prisional é um “barril de pólvora” que existe há décadas no Brasil. E o presidente Michel Temer nada fala sobre o assunto. Apesar dos diagnósticos apresentados por alguns de seus auxiliares, o chefe do Executivo até agora se calou publicamente diante da maior chacina brasileira desde o massacre do Carandiru, no ano de 1992. Os 111 assassinatos na penitenciária paulista naquele ano resultaram na criação da maior facção criminosa do país, o Primeiro Comando da Capital (PCC) – grupo esse que agora foi vítima da chacina amazonense.

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