Recompondo as mentes destruídas pelo Boko Haram

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“Meu nome é Mallam Abba Shanga, tenho 15 anos e venho de Djabula, na Nigéria. Fomos embora porque o Boko Haram nos ameaçou, atacou nosso povoado. Mataram as pessoas, e isso nos fez fugir.” Mallam hoje em dia não é um menino muito risonho. Responde com frases curtas e não olha para o interlocutor; prefere fixar a vista no chão ou no vazio, sempre muito sério, embora não pareça abalado nem abatido. Essa é, na verdade, a atitude habitual de qualquer adolescente que esteja rodeado de adultos pelos quais não tem especial apreço.

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