Exército em Israel incentiva soldados a ‘atirar para matar’

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Categoria:

Direitos humanos
A denúncia foi feita esta semana pela ONG internacional Human Rights Watch (HRW)

Jornal GGN - A organização não governamental (ONG) internacional Human Rights Watch (HRW) divulgou na última segunda (02/01) um relatório acusando as Forças de Segurança israelenses de incentivar soldados a "atirar para matar" palestinos. Desde outubro de 2015, quando ocorreu uma nova onda de ataques entre os dois lados, a ONG reúne declarações de integrantes do alto escalão do exército, ministros e políticos.
Avigdor Lieberman, por exemplo, atual ministro da Defesa de Israel, e então deputado em outubro de 2015, declarou na época que Israel deveria ter policiais em que "nenhum agressor, homem ou mulher, deveria sair vivo de um ataque". Outro nome de peso no país com a mesma linha ideológica é Gilad Erdan, ministro de Segurança Pública, que afirmou em uma ocasião que "se um terrorista tem uma faca ou uma chave de fenda na mão, [o soldado] deve disparar para matar sem pensar duas vezes".
A organização afirma que há políticos que incentivam cuidado e o uso de armamento letal apenas em caso de real ameaça e vida dos soldados como o chefe do Estado-Maior, Gadi Eizenkot. Em uma ocasião, Eizenkot disse: "Não quero um soldado que esvazie seu carregador contra uma menina com tesouras". A declaração revoltou grupos da direita mais reacionária em setores sionistas, que o criticaram duramente.
A HRW registrou 150 adolescentes e adultos palestinos mortos, desde outubro de 2015, contra 33 israelenses vítimas do conflito por território na região.

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