Amsterdã abrirá mão de gás natural para combater a mudança climática

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Do carvão ao gás natural, e agora a energia limpa. A prefeitura de Amsterdã deu início a um ambicioso plano de reconversão energética com a finalidade de acabar até 2050 com o uso do gás natural em toda a cidade e torná-la, assim, uma “zona livre de emissões de CO2”. Para cumprir com o previsto no Acordo de Paris (assinado em abril passado), que visa a evitar um aumento de 2 graus da temperatura do planeta, as autoridades holandesas começarão desconectando da rede, em 2017, 10.000 moradias antigas de sua propriedade. Dois bairros novos já foram construídos sem essa infraestrutura, e se espera que, nos próximos quatro anos, cerca de 100.000 moradias já possam utilizar “uma rede alternativa alimentada com a energia que sobra da indústria bem como daquela que é derivada da queima de resíduos em equipamentos específicos”, assinalam seus representantes. Essa modalidade já abastece, hoje, na cidade, cerca de 70.000 imóveis servidos pela Nuon, uma companhia de eletricidade e de gás que atua no país, na Bélgica e no Reino Unido.

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