A literatura experimental não foi inventada pela internet

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Quase tudo na vida de Pablo Martín Sánchez girou em torno do OuLiPo. Nascido há 39 anos perto de Reus, na Espanha, ele cresceu lendo com devoção Georges Perec, Raymond Queneau e Ítalo Calvino, os três membros mais emblemáticos da “oficina de literatura potencial”, fundada na França quase provinciana de 1960. Mais tarde, dedicou sua tese de doutorado às práticas intertextuais do grupo, participou de seus seminários de verão na localidade francesa de Bourges e estruturou com o uso de métodos oulipianos os dois romances que escreveu até agora, El anarquista que se llamaba como yo [O anarquista que se chamava como eu] e o recém-lançado Tuyo es el mañana [O amanhã é seu], ambos pela editora Acantilado.

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