TCU decide investigar filhas de servidores que recebem pensão mesmo tendo outra renda

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Justiça

Foto usada em reportagem de Época sobre filhas de servidores públicos que ficam solteiras para receber pensão especial. Em tela, o casamento de Márcia Brandão Couto. Ela se manteve solteira no civil para seguir recebendo R$ 43 mil por mês do Estado

Jornal GGN - As filhas de servidores falecidos que recebem pensão do Estado mesmo tendo outra renda correm o risco de perder esse benefício que, em alguns casos, pode chegar a uma mensalidade de R$ 34 mil bancada pelos cofres públicos. Isso porque o Tribunal de Contas da União decidiu passar o pente-fino nas finanças de quase 20 mil mulheres que estão nessa situação que representam gastos bilionários anuais.

Segundo informações do Conjur, o ministro do TCU Raimundo Carreiro, relator do caso, decidiu que as beneficiárias terão de comprovar que não têm renda alternativa à pensão. Aquelas que já receberem até R$ 4,6 mil (teto do INSS em 2015) por qualquer atividade já estarão fora do programa do Estado.

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