País enfrenta desafio de explicar benefícios de acordo com as FARC

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O aperto de mão de Juan Manuel Santos e Timochenko, aplaudido pelo cubano Raúl Castro, é uma foto tão histórica quanto complicada de entender para milhões de colombianos. Nem todos aceitam ver o presidente apertando a mão do líder das FARC, depois de ter selado um acordo que garante que não haverá prisão para aqueles que reconhecerem seus crimes. Tentar explicar que essa saudação é o começo do fim de um conflito armado de mais de 50 anos tornou-se um grande desafio, maior do que os pontos que faltam para o acordo final com a guerrilha, garantido a não ser que ocorra um terrível imprevisto.

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