“Se você pular a cerca, eu morro!”

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Junto com mais de um milhão e meio de pessoas, assistimos ao vídeo de Jetsunma Tenzin Palmo sobre a diferença entre o amor romântico e o amor genuíno. Como não aprendemos e continuamos batendo cabeça, é hora de ouvir outra mulher poderosa descrevendo o mecanismo do controle.

Algumas falas

"A pior maneira que teria da gente estabelecer uma relação seria pelo controle. Achar que agora, em função de nosso encontro, o outro nos pertence."

"Controlar o outro, ou achar que o outro pode ter um comportamento que nos dê segurança, isso é o próprio sofrimento. Porque é impossível. É impossível."

"A melhor maneira da gente se relacionar com o outro é desde um lugar mais amplo. Mas esse lugar mais amplo não pode ser teórico. Não podemos dizer 'Ó, amor livre, tá bem? Pode aí sair com todas e com todos porque eu também vou sair com todos e com todas.' Isso não é liberdade também."

Márcia Baja

Márcia Baja é aluna de Lama Padma Samten desde 1996. Em 2013 completou um retiro fechado de 3 anos e 3 meses. Atua como instrutora de ioga e também como tutora do CEBB. Hoje oferece cursos em várias cidades do Brasil e reside no CEBB Darmata, em Timbaúba (PE), onde ajuda a coordenar retiros fechados.

Se quiser participar de um curso com a Márcia, assine a newsletter do CEBB e . Nos próximos meses, pelo que sei de sua agenda, ela estará no Rio de Janeiro, em Niterói, em Pernambuco e em Brasília.

Mais dois vídeos

Fizemos essa entrevista para os vídeos "O que aprendi com o silêncio" e "Como preparar o corpo para a meditação", que publicaremos em breve no canal do lugar no YouTube (inscreva-se aqui).

Agradecemos a Márcia pela generosidade, Luiza de Castro e Ana Higa por todo o trabalho de gravação e edição, Fábio Rodrigues pelos grafismos e ao CEBB São Paulo por ceder o espaço.

É meio maluco descobrir que aquelas sabedorias que encontramos em livros, filmes, histórias antigas de algum eremita no Nepal, de algum xamã na Sibéria, tudo isso está vivo e disponível em nosso país, em nossa cidade, do nosso lado, em gente como a gente.

Seguimos!


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