Google demitiu cerca de cinquenta funcionários por assédio sexual em dois anos

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O nome de Andy Rubin não aparece nas listas de denunciados pelo #MeToo. E isso apesar de o criador do sistema operacional Android ter saído da Google há quatro anos, depois que uma investigação interna apurou que teve um relacionamento inadequado com uma subordinada. A empresa de tecnologia sediada em Mountain View nunca revelou o fato e, além disso, o indenizou com 90 milhões de dólares (cerca de 333 milhões de reais) por sua saída. Um artigo no The New York Times revela agora como a empresa encobriu o caso e forçou seu CEO, Sundar Pichai, a reconhecer que durante os últimos dois anos demitiu 48 funcionários acusados de assédio.

ver El País
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