Um ano do atentado em Barcelona: o horror no mosaico de Miró

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Exatamente um ano atrás, Sergi, um guarda urbano com dois anos de experiência, atendia alguns turistas no trecho superior da Rambla, a célebre alameda de Barcelona, na Espanha, quando ouviu um estrondo e viu um furgão invadindo o calçadão. Diz que o condutor gritava “como um louco” e ia tão depressa que os pneus saíam do chão. Foi o primeiro agente a avisar por rádio: “'Atentado, atentado!”. Seu colega Joaquín Ortiz, que estava diante do teatro Liceu, cerca de 500 metros abaixo, olhou Rambla acima e viu o veículo em marcha, atropelando pessoas que saíam voando por cima do teto, uma pequena explosão, e fumaça branca. Sergi e outros dois agentes saíram no encalço do furgão, numa impotente corrida que acabou subitamente, porque o veículo quebrou sobre o colorido mosaico de Joan Miró. O coração do cenário de um crime com 80 metros de comprimento, que deixou 14 pessoas mortas e centenas de feridos.

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