‘Pose’, nos anos duros e felizes da comunidade transsexual

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Pose, a nova série de Ryan Murphy, que estreou nos EUA e na Europa no dia 3 de junho (ainda não há confirmação da estreia no Brasil) traz à memória títulos dos anos oitenta como Fama e Flashdance. A essência está lá: a dança, o globo de discoteca, a moda, o desejo de voar em uma década prodigiosa... Mas os protagonistas mudam. “Desta vez são os marginalizados que nunca tiveram essa oportunidade, convertidos em novos heróis e heroínas”, descreve Murphy ao EL PAÍS. Sua descrição é insuficiente porque Pose é outra coisa: um hino à comunidade transexual da década de oitenta, que, além de sua aceitação sexual, estava encapsulada em um gueto racial como os negros e os hispânicos e tentava sobreviver à condenação à morte que representavam a AIDS e as drogas. Sua arma era um sistema de casas que adotavam os marginalizados, dando-lhes um lar comunitário. E a contracultura de algumas danças, que além de criarem tendência, tornaram-se a melhor afirmação pessoal.

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