56 dias sem ela: os desenvolvimentos do caso Marielle

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Após 56 dias do assassinato de Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, o jornal O Globo divulgou na terça (08), que testemunha chave do caso aponta o vereador Marcello Siciliano (PHS-RJ) e Orlando Oliveira Araújo, ex-PM preso em Bangu, como supostos responsáveis da execução da vereadora.

No depoimento da testemunha, ao que o jornal carioca teve acesso, Siciliano estaria incomodado com a atuação de Marielle, que combatia a expansão de grupo paramilitares nas comunidades de Jacarepaguá em 2017. O vereador promoveu encontros com o ex-PM chefe de milícia, além de outros nomes de acusados na execução da parlamentar.

Assista ao nosso vídeo sobre o assassinato de Marielle Franco:

Em entrevista à imprensa, na manhã de quarta (9), Marcello negou as acusações, que considera uma factoide e diz que está sendo “massacrado nas redes sociais por algo que foi supostamente dito por uma pessoa que ninguém sabe a credibilidade que tem”. Siciliano também negou conhecer o ex-PM Orlando.

De acordo com o jornal The Intercept, três modelos de submetralhadoras foram usadas no crime, conforme os cartuchos recolhidos pela perícia. A Divisão de Homicídios do Rio de Janeiro (DH-RJ) está investigando o modelo exato e conclui que o assassino era um atirador de elite.

Em reunião na terça (8), com o chefe da DH Fábio Cardoso e membros da Comissão Externa da Câmara que investigam o caso, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse que o cerco contra os assassinos está se fechando. "Não são pessoas quaisquer e não são baratas", evidencia

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