Analista examina que Apple Music será o serviço com maior crescimento da empresa até 2021

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Poucos dias atrás, falamos sobre o Apple Music ter alcançado a marca de 40 milhões de assinantes e informamos sobre um recorde de streaming na plataforma da empresa. No meio de toda essa euforia, o analista da empresa Macquarie Capital, Ben Schachter, relatou ao Wall Street Journal que o serviço musical da Apple continuará a crescer, em média, 40% ao ano… pelos próximos três anos!

A partir dessa projeção, é possível calcular que o Apple Music alcançaria 56 milhões de assinantes até o próximo ano; 78 milhões daqui a dois anos; e poderá ultrapassar a marca de 100 milhões de usuários até 2021. Olhando para o crescimento anterior do serviço, ele era usado por 10 milhões de pessoas em janeiro de 2016, dobrou até dezembro do mesmo ano e, em setembro de 2017, já marcava 30 milhões — até atingir os atuais 40 milhões de assinantes.

Em reflexo do crescimento de 5% do Apple Music contra os 2% do Spotify, o serviço da gigante de Cupertino poderá superar o número de usuários pagos do seu maior concorrente nos Estados Unidos até o meio deste ano. Na sua última declaração pública, o serviço concorrente da Maçã revelou ter 71 milhões de usuários pagos; em 2017, contabilizou um total de 159 milhões de usuários ativos, logo, a maioria usa a versão gratuita apoiada por propagandas.

Ainda que os números (tanto do crescimento atual quanto das previsões) sejam surpreendentes, o Apple Music não é o serviço mais rentável para a Maçã. Segundo Schachter, os royalties que são passados pela empresa às produtoras e gravadoras retêm grande parte do lucro das reproduções no serviço:

O streaming de música não é um mercado extremamente lucrativo, devido aos royalties que as empresas devem passar para as gravadoras e os artistas. Schachter estima que o Apple Music receba, aproximadamente, 15% do lucro mundial pelo serviço. Esse número é menor que os 24% projetados pelo Spotify para este ano. Mas, mesmo que a margem de lucro da Apple fosse equivalente à do seu rival no mercado, continuaria muito menor do que a empresa recebe vendendo aplicativos feito por desenvolvedores ao redor do mundo. De acordo com Schachter, a companhia lucra cerca de 90% do mercado mundial com esses serviços.

Ainda assim, as previsões do analista colocam o Apple Music como o serviço que mais verá adesão de usuários dentre aqueles que são oferecidos pela Maçã, a exemplo do iTunes, da App Store, do iCloud, do Apple Pay e do AppleCare.

via MacRumors

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