Um mês depois da execução de Marielle Franco, continuamos sem respostas

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Na noite do dia 14 do mês passado, Marielle Franco, negra, periférica, bissexual, foi executada.

A vereadora voltava para casa em carro dirigido por Anderson Pedro Gomes. Quando eles passavam pela rua Joaquim Palhares, no bairro Estácio, Rio de Janeiro, um veículo emparelhou com o deles e homens armados dispararam 13 tíros de pistola 9mm. Quatro deles atingiram a cabeça de Marielle. Anderson também foi assassinado.

Um mês depois da execução, não há a certeza de quem sejam os responsáveis. A principal hipótese com que a Polícia Civil trabalha é de que a morte de Marielle tenha sido encomendada por milícias. Em 2008, ela liderou, ao lado de Marcelo Freixo, na CPI das Milícias. No último dia 8, Carlos Alexandre Pereira Maria, conhecido como Alexandre Cabeça, foi morto a tiros. Ele era colaborador de Marcello Siciliano, vereador pelo PHS e suspeito de envolvimento com a milícia carioca. Dois dias depois, foi a vez de Anderson Claudio da Silva, subtenente reformado da PM e também envolvido com milicianos. A hipótese dos investigadores é de que as duas mortes tenham sido por queima de arquivo.

Enquanto isso, a sociedade civil continua cobrando respostas.

A Anistia Internacional Brasileira levou a pergunta “Quem matou Marielle?” para os ônibus fluminenses:

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#comportamento
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