Os Rufino, duas vezes mortos

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A adolescente, seu assassino e o juiz que o mandou à forca estão mortos há muito tempo. As feiras de gado do princípio do século XX desapareceram há muito tempo e tampouco ressoa a música dos bailes populares que animaram uma Espanha em preto e branco. O mundo em que isto aconteceu não existe, o tempo o tragou, mas Antoñito, a última testemunha do sofrimento até a loucura da família da vítima, vai uma vez por ano arrumar as suas sepulturas no cemitério.

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