Suprema vontade: caso Lula explicita como STF navega ao sabor da conjuntura

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Uma das marcas da sessão do Supremo Tribunal Federal que deu salvo-conduto ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi a pressa em parte dos ministros para encerrar o julgamento, mesmo sem analisar o mérito do habeas corpus preventivo pedido pela defesa do petista. Dois deles, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, alegaram que tinham compromissos pessoais ou que a extensão dos trabalhos feria o regimento interno da Corte. Nesta sexta-feira, a presidenta do órgão, Cármen Lúcia, foi além e, em entrevista à rádio Jovem Pan, disse que os trabalhos foram suspensos para evitar a exaustão dos ministros – mesmo que na próxima semana nenhum deles tenha de dar expediente em Brasília por causa dos feriados da Semana Santa. Por essa razão, mesmo que o Tribunal Regional Federal da 4ª Região mande Lula começar a cumprir sua pena de 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, ele estará protegido pelo menos até o dia 4 de abril, conforme decidiram os ministros.

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