Rafaela Silva, uma campeã olímpica expõe o racismo institucional

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Em seu perfil no Twitter, Rafaela relatou que, ao voltar de táxi do Aeroporto Internacional Tom Jobim para sua casa, que fica em Jacarepaguá, foi abordada por uma viatura na Avenida Brasil. Durante a batida, segundo ela, o taxista alertou a um dos policiais que Rafaela “era aquela [atleta] do judô”, ao que o agente de segurança, então, teria respondido: “Ah, tá… Achei que tinha pego na favela”. Após ter sido, enfim, reconhecida pelos policiais, a judoca acabou liberada. No fim da sequência de postagens na rede social, Rafaela Silva questiona: “Até onde vai esse preconceito?”. Ela ainda publicou um vídeo no Instagram em forma de desabafo: “A gente no Rio de Janeiro tem que passar essa vergonha. Preto não pode andar de táxi, porque deve estar assaltando ou roubando?”.

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