O horror espanhol de Cilene Domingues

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Em algum lugar na Espanha vive uma menina de cabelo escuro, de 11 anos e meio, que ao nascer foi registrada como Laura Kiara. Agora talvez não a chamem assim. Laura era o nome que sua mãe biológica mais gostava. Kiara, o da filha do Rei Leão. O bebê “olhava como um felino”, “miava como um gato” ao chorar. Por isso em 25 de junho de 2006 Cilene Domingues Lourenço (São Paulo, 1974) escolheu nomear dessa forma a filha que “tanto havia desejado” e que herdou seus sobrenomes. Laura, que como conta sua mãe foi fruto de um trabalho sem camisinha em um prostíbulo, era a alegria dessa mulher. O consolo na imensa solidão que conheceu desde que chegou ao país em 2002, via Aeroporto de Barajas, em Madri, com uma dívida de 3.800 euros (15.025 reais) supostamente contraída com um grupo de proxenetas espanhóis: El Increíble, El Melenas e El Pelao, três velhos conhecidos dos tribunais em matéria de prostituição.

ver El País
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