As lesões cerebrais dos piores criminosos

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Andréa (nome fictício) passou por uma cirurgia para retirar pólipos nasais em 1985. Alguma coisa deu errado na operação e ela perdeu líquido cefalorraquidiano. Desde então, nunca foi a mesma: evitava reuniões familiares, escrevia cartas com palavras vulgares ao melhor amigo de seu pai e de boa aluna que era se tornou incapaz de se manter em um emprego. Com o tempo começou a ter alucinações e ouvir vozes. Em 2007, atendeu ao que ouvia e matou sua mãe. Este raríssimo caso de matricídio faz parte de um estudo que procura as raízes dos piores crimes no cérebro dos criminosos, em particular, em cérebros danificados.

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