Cinco sobreviventes de violência sexual já não se calam: “Fui estuprada por oito, mas a culpada fui eu”

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Epidemia porque tem efeitos devastadores em mais da metade da sociedade. Silenciosa porque são maioria as mulheres que ocultam estas agressões íntimas. “Elas têm muito medo de que não as compreendam, sofrem com um grande sentimento de culpa que não é algo congênito, mas de alguma forma lhes chega do ambiente. Um ambiente no qual ainda se trata deste tema com uma frivolidade extrema, no qual ainda se ouve cotidianamente que ela estava procurando, que fez algo; principalmente quando se trata de alguém conhecido, um familiar, um amigo, o que ocorre em 80% dos casos”, ressalta Tina Alarcón, presidenta do Centro de Assistência a Vítimas de Agressões Sexuais de Madri (CAVA), que trabalha há quase quatro décadas com mulheres que viveram situações de abusos sexuais. E o fenômeno é global. No mundo todo o padrão de culpa e culpabilização, desamparo, incompreensão e desinformação é comum. Estas são algumas das histórias de sobreviventes da violência sexual. Mulheres que rompem o silêncio com seus relatos para acabar com o tabu e frear a epidemia.

ver El País
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