Tuberculose ainda é a infeção mais mortal e os avanços contra ela são insuficientes

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“O Brasil é responsável por um terço dos casos de tuberculose nas Américas. No contexto da luta global, temos uma responsabilidade na eliminação da epidemia na região”, calcula para EL PAÍS Denise Arakaki, coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Brasil em 2018. Fala de Moscou, onde participará da I Conferência Ministerial da OMS em 16 e 17 de novembro. O desafio é considerável. Em 2015 a tuberculose superou a AIDS como a doença infecciosa com mais vítimas mortais. E não parece que perderá esse posto em médio prazo. Ainda que pouco a pouco as mortes estejam baixando, não caem num ritmo suficiente para acabar com a epidemia, um objetivo que a comunidade internacional adotou para 2030. O relatório mundial de 2017 sobre a tuberculose, que a Organização Mundial da Saúde (OMS) acabar de apresentar, mostra que quase 1,7 milhão de pessoas perderam a vida em 2016 por culpa dessa antiga doença, e 374.000 delas também tinham AIDS.

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