Obsessão dos fãs e sexualização: nem tudo são flores para os garotos de ‘Stranger Things’

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Ninguém discute a popularidade de Stranger Things. Apenas nos EUA, 15,8 milhões de pessoas viram a segunda temporada da série da Netflix no primeiro fim de semana depois de seu lançamento, e é difícil encontrar alguém que não saiba o que acontece na ou sobre o que seja a obra ambientada nos anos oitenta na qual algumas crianças de uma cidadezinha de Indiana têm que lidar com acontecimentos paranormais, como experimentos do Governo ou a invasão do mundo invertido. Seu universo e iconografia estão por todo lado: foi anunciada turnê dos criadores da trilha sonora, foram criadas coleções retronostálgicas sobre a série para grifes como Topshop a Louis Vuitton chegou a mostrar uma camiseta da série em seu desfile e as empresas se desdobram para contar com seus atores como embaixadores da marca (Millie Bobbie Brown, Eleven (Onze) na série, protagonizou uma campanha da Calvin Klein by Appointment e foi indicada como uma das adolescentes mais influentes do planeta pela revista Time).

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