Cortes na Saúde e falta de vacinas complicam combate à febre amarela em São Paulo

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Assim que o diagnóstico do macaco morto foi confirmado como febre amarela, a secretaria municipal de Saúde anunciou uma campanha de vacinação para os moradores do entorno dos parques da região norte, e afirmou que nenhum caso de transmissão para humanos foi registrado na capital. Milhares de pessoas correram aos postos de imunização, provocando longas filas. O panorama atraiu atenção também por causa da situação no Brasil: entre dezembro de 2016 e agosto deste ano, 777 casos do tipo silvestre da doença foram confirmados no país e 261 pessoas morreram em decorrência da doença, cujos sintomas incluem febre, calafrios, dores nas costas e corpo, náuseas, vômitos e fraqueza. Cerca de 20% das pessoas contaminadas costumam desenvolver a forma grave, com sintomas como hemorragia, e correm risco de morte. O Ministério da Saúde declarou em setembro, no entanto, que não há mais um surto da variedade em curso no país.

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