Joanna Maranhão: “Fui abusada, mas combato a cultura do ódio. Justiça punitiva não é solução”

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Boa fase emocional e nas piscinas. Ou, em suas palavras, a busca incessante pelo “estado de flow”. Aos 30 anos, Joanna Maranhão comemora a evolução nas competições e a maturidade para administrar o sentimento de ser uma estranha no ninho do esporte de alto rendimento. A nadadora desbrava uma nova jornada desde o início do ano pela equipe da Unisanta, em Santos, litoral paulista, onde treina uma vez semana por mês. No restante dos dias, quando não está competindo, vive em Belo Horizonte com o marido, o judoca Luciano Corrêa, e cumpre a rotina de treinos recomendada por seu staff no centro de treinamento da Universidade Federal de Minas Gerais. Ela tem se engajado cada vez mais no debate político, que ajudou a romper a bolha que a blindava do mundo alheio à natação. Hoje, concilia o papel de ativista com o de atleta, sem se envergonhar das fases em que não se permita ser uma coisa nem outra.

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