A história da ferramenta que matou Trotski

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O assassinato de León Trotski por Ramón Mercader em 1940 no México contém vários elementos que fazem com que o seu relato continue fascinando as pessoas, por mais que o tempo passe. A inimizade de Trotski com seu ex-camarada de revolução Josef Stalin, que encomendou a sua morte; a maneira como o espião Mercader ganhou a confiança do círculo íntimo de sua vítima; como ele praticou o crime de forma desesperada depois de ter fracassado com um plano muito mais sofisticado e como foi se deteriorando física e mentalmente desde que tomou a decisão de cometê-lo... Mas, acima disso tudo, há a picareta, a ferramenta de alpinista que ele utilizou como arma assassina, uma das mais curiosas de toda a história dos crimes políticos. “Trata-se, sem dúvida, de um objeto icônico, sem o qual o assassinato de Trotsky certamente não seria tão conhecido”, avalia o escritor Eduard Puigventós, autor do livro Ramón Mercader, el hombre del piolet [Ramón Mercader, o homem da picareta]. “Ela tem uma importância enorme, tanto histórica quanto política”, pois é “o melhor símbolo do stalinismo”, acrescenta Esteban Volkov, neto de Trotski.

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