Tormenta na Catalunha ameaça calmaria do País Basco

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O clima social e político finalmente havia melhorado no País Bascofim do terrorismo do ETA, recuperação econômica, baixos níveis de desemprego e renda acima da média – quando a tempestade desatada na Catalunha ameaça fazer o tempo fechar de novo. Na quarta-feira à tarde, sentado em um bar de San Sebastián, Borja Sémper, presidente do Partido Popular (PP, centro-direita) na província de Gipuzkoa e porta-voz da sua bancada no Parlamento regional, prognostica que o lehendakari (chefe do Governo basco) Iñigo Urkullu – “Um sujeito sensato, o genro perfeito, mas que tem na nuca o bafo do [partido separatista] EH Bildu e do ramo independentista do PNV [nacionalista moderado]” – se verá obrigado, em médio prazo, “a reeditar o plano Ibarretxe, que era uma reforma constitucional encoberta para terminar de esvaziar de conteúdo a presença do Estado [espanhol] em Euskadi [nome do País Basco no idioma local]”. Um dia depois, Urkullu propõe, na tribuna do Parlamento, “uma redistribuição da soberania do Estado” e tira a poeira de conceitos como “cossoberania” e “soberania compartilhada”. Trata-se apenas de um jogo de cena, ou de um rumo realmente mais radical do PNV (Partido Nacionalista Basco, na sigla em espanhol) ao calor dos acontecimentos da Catalunha?

ver El País
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