Do beisebol à política, o detetive da alma cubana

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É que no cerne de seu trabalho como escritor está sempre o regresso, a casa, a busca por um sentido qualquer de pertencimento. Em uma palavra em espanhol, pertenencia, uma espécie de mantra que o escritor repete em quase toda entrevista que dá – segundo seus cálculos, são 250 por ano. Isso porque, invariavelmente, o entrevistador lhe perguntará: “por que, durante todos esses anos, você não saiu do país?”. Aí, então, Padura responderá algo como: “Tenho um sentido de pertencimento [pertenencia] muito forte a uma cultura, a uma forma de ser, a uma maneira de se expressar. Interessa-me muito também os conflitos dos cubanos através da história, mas sobretudo no presente. Por isso, a conexão com Cuba é tão importante para mim”.

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