Janot reduz 60% dos acordos de delação da OAS antes de sua saída

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Justiça

Foto-montagem: Blasting News
Jornal GGN - Considerado outro dos mega-acordos de delação premiada na Operação Lava Jato, a construtora OAS teve suas acusações de cerca de 50 empresários enxugadas para que Rodrigo Janot alcance comandar o caso na Procuradoria-Geral da República (PGR) antes do fim de seu mandato.
De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, dos 50 envolvidos que diziam ter material para entregar aos investigadores, mantiveram a colaboração com apenas 20, incluindo funcionários da empreiteira e acionistas. Ou seja, houve uma redução de 60% dos acusadores da OAS que poderiam levar a diversas frentes de investigação e desdobramentos da Lava Jato.
As negociações entre o Ministério Público Federal (MPF) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, tiveram início em março de 2016. Desde lá, os acordos de leniência e com os demais executivos do grupo sofreram interrupções e foram desfocados com o avanço dos acordos junto à Odebrecht, rival econômico da OAS, e, mais recentemente, com a JBS.

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