“Foi como falar com Deus”, diz catador de lixo ao receber ligação do Papa

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O 22 de março de 2017 marcou um antes e um depois na vida de Maximiliano Acuña, catador de lixo durante quatro anos. Nessa noite, um automóvel que circulava a 130 quilômetros por hora o esmagou contra o caminhão do lixo. Maxi sofreu a amputação das duas pernas e hoje vive em cadeira de rodas. Já perdoou os culpados, um gesto que lhe valeu na semana passada um telefonema do papa Francisco enquanto estava num carro a caminho de ser homenageado pela Legislatura (o Legislativo) de Buenos Aires, que decretou o 22 de março como o dia do coletor de lixo.

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