Bombas semióticas brasileiras (2013-2016): por que aquilo deu nisso? por Wilson Ferreira

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Mídia

Por Wilson Ferreira

Em série de 51 postagens ao longo do período 2013 (iniciado nas chamadas “Jornadas de Junho” das manifestações de rua) até o impeachment em 2016, este “Cinegnose” fez uma espécie de crônica das bombas semióticas disparadas pela grande mídia – uma complexa guerrilha semiótica que mobilizou todo o arsenal retórico, linguístico e semiológico divididos em quatro etapas bem distintas: primeiro, caos, manifestações, inadimplência e ataque dos tomates inflacionários que levavam o País ao abismo; depois, fortalecimento da base etnográfica do neoconservadorismo (“simples descolados”, “coxinhas 2.0”, “novos tradicionalistas”, “gourmetização” etc.; em seguida, o investimento semiótico em minisséries globais para a teledramaturgia legitimar a agenda política de oposição; para finalmente exortar a radicalização e polarização cujos resultados acompanhamos até hoje. Acompanhar a evolução das bombas semióticas é uma humilde contribuição para tentar responder: por que aquilo deu nisso? O gigante que parece ter adormecido e as panelas terem parado de bater mesmo com a surrealista crise política atual.

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