Laerte-se (ou questione-se se for capaz)

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Depois de quase 60 anos vivendo como homem, depois de uma carreira amplamente conhecida e de três filhos e três casamentos, Laerte se apresentou ao país como mulher. Desde 2009, quando tocou no assunto pela primeira em uma entrevista a uma revista cultural, contudo, muita coisa mudou. De lá para cá, sua trajetória pessoal identitária foi retratada em reportagens, entrevistas e exposições; ela virou símbolo transgênero no país com mais transexuais assassinados por ano no mundo, segundo a ONG Transgender Europe; sua opiniões viraram referência sobre o assunto; e todo seu processo de "investigação" de si própria foi alterado por ela própria inúmeras vezes.

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