A tolerância gay floresce em Orlando um ano depois do pior massacre a tiros nos EUA

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Às 2h03 desta segunda-feira (3h03 em Brasília), em Orlando, nos Estados Unidos, Maribel Mejía fez exatamente o que resistiu a fazer durante um ano: falar abertamente com seus amigos sobre o massacre na boate gay Pulse. Mejía conhecia oito das 49 vítimas da insensatez perpetrada por um simpatizante jihadista em 12 de junho de 2016. Foi o ataque a tiros com mais mortos na história dos Estados Unidos e o maior atentado à comunidade LGBT do país. Quase todos os mortos eram de origem hispânica. Participavam da festa latina semanal da discoteca, que foi fundada como um templo de proteção para os indivíduos LGBT.

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