20 anos de 'OZ': a série que mudou a TV para sempre

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Matéria originalmente publicada na ligou para dizer que os primeiros episódios da série eram clichês .

"É algo muito pessoal para mim", ele diz. "Conheci o Tom em 92 e começamos a filmar em 97, então já tínhamos uma irmandade de cinco anos. Meu irmão interpretava meu irmão. Meu outro irmão era um dos roteiristas [Brad Winters]. Além de tudo isso, a coragem da pessoa de se referir ao primeiro episódio como 'clichê' – você está louco? Não tenho tempo pra essa gente, esse pessoal sem educação, gente que votou no Trump. Tenho zero paciência, zero respeito e zero tempo para eles... Eu estava lá desde o começo. Fui com o [Tom] assistir Romeu + Julieta porque ele estava pensando em escalar Harold Perrineau, e o Tom disse 'Quero sua opinião sobre esse cara'. Eu estava lá desde o comecinho, então é algo muito pessoal. Quando alguém começa com uma frase idiota como 'é clichê', só penso 'vai se foder'. Tudo que o Tom toca – sexo, religião, drogas, família, violência, ética, moral – é com um toque de mestre, e levo para o lado pessoal quando alguém quer resumir isso numa palavra."

Parece que é preciso uma pessoa estranha e única para fazer uma série tão estranha e única. A abordagem de Fontana para fazer OZ, e fazer do seu jeito, é o que dá ao programa uma estranheza prazerosa fenomenal. É como uma viagem de cogumelo, mergulhamos numa realidade temperada com toques de peculiaridade. É um estilo de fazer TV que nunca foi realmente replicado, um big bang de ideias que formou as constelações e galáxias que vemos na TV e online hoje. Sem os riscos que OZ assumiu, a televisão não seria a mesma.

Porque não é uma questão de fazer algo diferente; é preciso fazer com excelência. Se não for excelente, por que tentar?

Agradecimentos especiais a Bill Butler, Diego Aldana, Andrew Loane e Matthew Nemeth pela ajuda com este texto.

@joe_bish

Tradução: Marina Schnoor

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