A luta de Hollywood contra a pirataria na era do ‘streaming’

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Em Hollywood, ninguém quer falar dos recentes ataques cibernéticos sofridos por alguns de seus principais navios. A Netflix viu o coletivo de hackers The Dark Overlord “liberar” na rede 10 episódios de Orange is the New Black antes de sua estreia. Agências como a UTA, ICM e WME pediram aos seus funcionários que utilizassem os celulares quando suas redes foram comprometidas por outros grupos de chantagistas cibernéticos. Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar foi a última vítima dessa abordagem. Os piratas ameaçam subir à rede o mais recente filme de Johnny Depp, que estreou na quinta-feira, de 20 em 20 minutos, se a Disney não pagasse. O resgate: 71.000 euros (260.000 reais) em bitcoins. Basicamente, “uma extorsão”, de acordo com Andy Ramos, advogado especialista em propriedade intelectual.

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