J.D. Power: nova pesquisa de satisfação com usuários de tablets põe Microsoft à frente da Apple pela primeira vez

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Surface vs. iPad

Quando o assunto é satisfação dos consumidores, a Apple parece ter um bom histórico de liderança seja nos smartphones (embora a Samsung esteja na sua cola) ou nos smartwatches. A situação, entretanto, é um pouco diferente entre os tablets, onde a Maçã já foi tirada do primeiro lugar em duas ocasiões; em uma pela mesma Samsung e na outra — deveras improvavelmente — pela Amazon.

Agora, mais uma vez, no mais recente ranking da respeitada firma de pesquisa J.D. Power, Tim Cook e sua turma veem os seus tablets serem preteridos por uma concorrente formidável: a Microsoft.

Pesquisa de satisfação dos consumidores de tablets da J.D. Power, 2017

Os Surfaces da gigante de Redmond lideraram a pesquisa de satisfação com 855 pontos em 1.000 possíveis; os iPads vieram logo em seguida, com 849 pontos, e a Samsung — mais uma vez muito perto da Maçã — ficou em terceiro, com 847 pontos.

As três gigantes foram as únicas a posicionarem-se acima da média de satisfação do segmento, que ficou nos 841 pontos. Abaixo disto, vieram ainda LG (836 pontos), Amazon (834), Acer (814) e ASUS (812). A pesquisa foi realizada entre outubro e dezembro de 2016, com 2.238 donos de tablets cujos aparelhos tinham menos de um ano de uso.

Para vice-presidente da J.D. Power, Jeff Conklin, a vitória inédita explica-se pela capacidade da linha de “expandir o que um tablet pode fazer”, destacando a sua versatilidade ao funcionar tanto como tablets tradicionais ou como laptops. Interessante notar que, dentre os fatores nos quais os Surfaces foram mais bem-avaliados, temos alguns tradicionais pontos fortes da Apple, como design e qualidade de construção.

Outro dado interessante tem a ver com os acessórios de teclado oferecidos por grande parte das fabricantes de tablets hoje: enquanto o Surface vê uma taxa de uso destes adicionais na casa dos 50%, a média do restante da indústria é de apenas 14% — um sinal de que, talvez, o “Pro” no nome dos iPads mais caros ainda não esteja fazendo jus ao que a máquina pode realmente fazer.

É bom notar que a Apple tem o hábito de usar estas pesquisas da J.D. Power nas publicidades dos seus aparelhos — isso quando eles lideram os rankings, obviamente. É de se esperar que, com este resultado reverso, a Maçã invista ainda mais na sua próxima geração de tablets para que possa retomar o primeiro lugar em pesquisas futuras. É o que esperamos, ao menos.

[via MacRumors]

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