Visitamos a exposição “Steve Jobs: o visionário”; saiba o que esperar dela

Photo of Visitamos a exposição “Steve Jobs: o visionário”; saiba o que esperar dela
Facebook
VKontakte
share_fav
Exposição

Ontem, 27 de março, a Priscila e eu demos um pulo no Pier Mauá (mais precisamente no Prédio do Touring) para conferir de perto a exposição “Steve Jobs: o visionário”. Fomos muito bem recebidos pelo pessoal da FullBrand, os responsáveis pela criação e pela realização da exposição ao Brasil (com a ajuda de parceiros e patrocinadores, é claro).

Exposição

Indo direto ao ponto: não espere por uma exposição enorme, numa área tão ampla ao ponto de você ter que dedicar horas e mais horas para passear por toda a mostra.

Não. Como já falamos, são cerca de 1.000m² (dois andares) divididos em seis áreas/momentos da vida de Jobs que contam com fotos, materiais de imprensa (quase 70 capas de revistas dele), filmes e produtos históricos (cerca de 30 peças, desde o Macintosh até o iPad) os quais contam um pouco da trajetória e a forma de pensar do falecido cofundador e ex-CEO da Apple.

Exposição

A divisão da exposição por diferentes perspectivas (“Negócios”, “Inovação”, “Sonho”, “Falência”, “Competição” e “Espiritualidade”) é algo bastante interessante. Estamos falando de um “percurso de conhecimento” estruturado por células narrativas que fazem com que os visitantes tenham uma experiência mais aprofundada do universo de Jobs — ainda assim, você não necessariamente precisa seguir a ordem sugerida para a visitação.

Exposição

O uso da tecnologia também se faz presente na exposição. Além de uma linha do tempo com realidade aumentada (as datas ativam conteúdos exclusivos de cada período, permitindo uma visão mais completa da vida de Jobs — algo que não conseguimos testar pois tudo ainda estava sendo devidamente preparado para a inauguração), visitantes também podem fazer o download do app meCult (em breve estará disponível na App Store), que dá acesso a conteúdos extras com base na sua localização dentro do prédio (graças à utilização de iBeacons), serve como um guia e conta com um mapa das atrações.

Exposição

Por motivos óbvios, Jobs está muito ligado à Apple. Mas a carreira do executivo/empreendedor não se resume a ela, como bem sabemos. E na perspectiva “Sonho”, um pouco da história da Pixar e da primeira animação da empresa, “Toy Story”, também é relatada — visitantes também têm a oportunidade de ver 20 curtas desenvolvidos pelo estúdio. Já em “Falência”, temos alguns produtos incluindo o Lisa (um dos fracassos comerciais da Apple, mas que serviu de base para a criação do Macintosh). Em “Competição”, os destaques vão tanto para embates antigos (IBM e Bill Gates) como os novos (Google e Samsung).

Exposição

Boa parte do acervo pertence a Marco Boglione, fundador e presidente do Grupo BasicNet.

Há ainda uma área toda dedicada a pertences e fotos pessoais cedidas pela viúva do gênio da Maçã, Laurene Powell Jobs; outra que destaca os números dos sucessos criados por Jobs (downloads da iTunes Store, lojas abertas pelo mundo, unidades de produtos já comercializados, etc.). São 620kg de acervo dispostos pelos cerca de 1.000m², algo sem dúvida imperdível para qualquer fã da Maçã e de um dos gênios por trás dela.

Infelizmente nós não conseguirmos conferir tudo pois o pessoal ainda estava trabalhando bastante a fim de deixar tudo pronto para a inauguração da exposição hoje, 28 de março, às 10 horas da manhã. Mas isso não deixa de ser uma bela desculpa para voltarmos em breve ao local para ver a exposição completa.

ver Mac Magazine
#mostra
#mis
#museu da imagem e do som
#steve jobs
#pier mauá
#prédio do touring