Rio: aula rica, aula pobre, por Andy Robinson

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Rio: aula rica, aula pobre

Atualizado com a nota de esclarecimento da Bahema S.A.

Enquanto explodem protestos por cortes na educação pública, o homem mais rico do Brasil abre uma escola – de luxo – com o método finlandês.

por Andy Robinson

Andy Robinson, Rio de Janeiro - A metodologia da nova escola Escola Eleva, aberta há duas semanas no Rio de Janeiro, baseia-se, de acordo com seus diretores, em princípios pedagógicos finlandeses que há duas décadas têm dado resultados extraordinários no país escandinavo.

"Estamos usando novas estratégias para incorporar as idéias finlandesas", disse Amaral Cunha, o diretor da escola que atende a 180 crianças, dos 7 aos 11 anos, embora pretenda chegar a 1.000. "Temos espaços criativos - os maker spaces - onde o aluno transforma ideias em metas e ações; estamos integrando todos os indivíduos como na Finlândia; e trabalhando para que a criança seja o centro do processo, de forma que ela busque o conhecimento em vez de receber a informação de cima; essa é a chave do modelo finlandês".

A educação na Finlândia é quase exclusivamente estatal e seu sucesso não pode ser desvinculado da alta igualdade socioeconômica do modelo escandinavo. Portanto, seria lógico pensar que a Escola Eleva fosse uma tentativa por parte do Estado de corrigir a profunda brecha social na cidade do Rio de Janeiro, onde uma de cada quatro crianças vive em favela.

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