Quase cinco anos após assassinato de delegado da PF, ruralista do Paraná segue impune

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Justiça
Patricia Faermann
Á esquerda, o pai da vítima, Geraldo Barbosa. Á direita, o réu Alessandro Meneghel
Jornal GGN - Em 2012, um crime na cidade de Cascavel, no Paraná, gerou grande comoção e alertou para os resquícios do coronelismo no país e o poder de influência de ruralistas sobre o sistema político e judiciário, alimentado pela impunidade dessas figuras. Após quase cinco anos, o réu ainda não foi julgado.
O delegado da Polícia Federal, Alexandre Drummond Barbosa, foi a vítima que morreu a tiros no dia 14 de abril de 2012. Após um simples desentendimento em uma boate de Cascavel, foi executado por Alessandro Meneghel. Não foi apenas o relato de testemunhas que narraram a barbárie de uma espingarda calibre 12 com mais de 40 tiros. Vídeos e perícias confirmam o cruel assassinato.
Mas Meneghel, ex-presidente da Sociedade Rural do Oeste, é pessoa influente na região do Paraná. Naquele ano, em 2012, havia lançado a sua pré-candidatura a deputado estadual no Paraná pelo DEM, contando inclusive com o apoio e elogios de Beto Richa (PSDB), atual governador do Estado e então também candidato ao posto:

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