12 metas para uma educação pública menos machista, racista e homofóbica

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Categoria:

Educação

Jornal GGN - Este post foi criado a partir de um capítulo do trabalho "Gênero e Educação – Fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais" chamado “Qual a agenda para as políticas educacionais”. O estudo foi publicado em outubro passado e está disponível no portal Geledés. A publicação foi feita em parceria com a editora Ação Educativa, com o Comitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos da mulher, entre outros. O financiamento foi com edital público da Secretaria de Polícias para Mulheres da Presidência da República, convênio de 2014. A coordenação é de Denise Carreira. Veja mais em anexo.

QUAL A AGENDA PARA AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS?


1. Aprofundar a visibilidade e a compreensão das desigualdades de gênero na educação (desagregar, cruzar e analisar). Destacou-se como fundamental que os órgãos oficiais de pesquisa, em especial o INEP e o IBGE, avancem com relação às possibilidades de captação, desagregação e cruzamento de informações educacionais por sexo, raça, renda, campo/cidade, regionalidade, presença de deficiências, orienta- ção sexual, identidade de gênero, entre outros, por nível e por etapa educacional a serem analisadas e disponibilizadas para a opinião pú- blica. A criação do Observatório de Igualdade de Gênero e da série de publicações Retratos das Desigualdades de Gênero e Raça (2008), pela Secretaria de Políticas Para Mulheres (SPM), ONU Mulheres e Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), significou um grande avanço ao possibilitar a abertura de um conjunto de indicadores, mas ainda sem regularidade temporal precisa. Porém, observa-se que é importante ir além para compreender as transformações, as permanências e os acirramentos nas desigualdades de gênero na educação. Outro ponto destacado refere-se à necessidade de qualificar o preenchimento do quesito raça/cor e de outros quesitos por parte das escolas no Censo Escolar (entre eles, os nomes sociais de estudantes travestis e transgêneros). O que exige um conjunto de ações, entre elas, de formação continuada para agentes que atuam nas secretariais escolares e da padronização de critérios e procedimentos referentes aos quesitos entre os diferentes instrumentos de pesquisa do INEP e deste com relação ao IBGE. O Informe demanda à realização de um censo específico sobre estudantes travestis e transgêneros no país, segmento que sofre de diversas discriminações e violências nas escolas, acarretando a exclusão escolar.

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