Após controversa atuação na Lava Jato, juiz de São Paulo é promovido

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Justiça
Patricia Faermann
Jornal GGN - Juiz federal de São Paulo, Paulo Bueno de Azevedo carregava um perfil discreto e favorável ao papel da magistratura isenta e longe de fundos ideológicos. Mas insurgiu em junho deste ano rompendo o aspecto pacificador e leal às garantias do direito penal, com a prisão do ex-ministro Paulo Bernardo.
Aquilo que criticou na combatividade aplicada por alguns juízes contra o crime ou posicionando-se contra a figura de "adversário do réu", colocou em sua atuação nos 14 pedidos de depoimentos, 40 buscas e apreensões e 11 prisões preventivas, entre elas do ex-ministro.
Contraditoriamente, em julho de 2013, Bueno de Azevedo publicava na Revista do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) o artigo "Contra um processo penal ideológico", destacando que "o juiz não pode assumir uma posição de combate ao crime, eis que, nesse caso, estaria no mínimo, se colocando como um potencial adversário do réu, papel que deve ser, quando muito, do Ministério Público ou, em alguns casos, do querelante".

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