A guerra suja volta a pairar na Colômbia

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A ligação salvou-lhe a vida, mas não a de seu marido. Marina Arias ia na moto junto com Erley Monroy. Um amigo transportador de leite disse que tinha um lugar na cabine de seu caminhão. “Vá com ele, que vai chover”, incentivou o marido. Não fazia nem cinco minutos desde que haviam desviado do caminho, quando Arias recebeu outra chamada, desta vez de um jovem da região: “O senhor Erley está caído na estrada”. Quando chegaram, seu marido, de 54 anos, ainda estava vivo, mas inconsciente. Havia sido baleado com um revólver à queima-roupa, certamente a partir de outra moto. Um dos tiros o atingiu no braço; o outro ficou cravado na cabeça. Morreu no caminho do hospital. Em poucas horas, em 18 de novembro, em uma região relativamente perto do crime ocorrido em São Vicente de Caguán, homens encapuzados entraram na casa de Didier Losada e o assassinaram na presença de sua esposa e do filho. Não havia passado nem um dia quando, ao sair do velório de Monroy, Hugo Cuéllar foi baleado. Algumas versões apontam que escapou da morte porque viu como o pistoleiro sacou a arma e conseguiu se jogar sobre ele. Todos eram líderes sociais.

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