Os jovens que decidiram ficar na Venezuela

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Sempre pensou que, quando a violência golpeasse alguém próximo, sentiria a necessidade de ir embora da Venezuela. Esse dia chegou em maio de 2015. Mataram seu tio. A reação de Anna Maier foi muito diferente da que imaginava. Ela ficou. Esta jornalista de 29 anos, filha de mãe cubana exilada do castrismo; que viveu na Espanha ao longo de dois anos dançando flamenco; que passou seis meses em Nova York, chegou a recusar residência nos EUA. "Tem certeza? ", lembra que repetia o funcionário. O jornal digital em que trabalha, El Estímulo, foi atacado esta semana. Dois homens armados entraram na sede e atracaram-se com umas 20 pessoas. Levaram material de trabalho. Amedrontaram todos, mas não o suficiente para fazer Maier mudar de opinião. Sua convicção segue intacta: "Quero ficar porque acredito que posso ajudar a mudar alguma coisa, pelo menos registrar o que está acontecendo".

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