Michel Laub: “Quem pondera hoje é massacrado”

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O livro, o sétimo de Laub (Diário da queda, A maçã envenenada) relata uma espécie de tragédia pessoal que, como uma bomba, pode explodir com a combinação, nos moldes de hoje, de (in)tolerância com (falta de) privacidade. Desse universo, o autor de 43 anos, radicado em São Paulo, partiu para falar também sobre sexualidade e AIDS – um tema que, segundo ele, só hoje pode ser visto com um distanciamento impensável nos anos 80, quando era chamada de “a peste gay”. Mas o que mais instiga a leitura são os acusadores do suposto tribunal, da ex-esposa aos amigos, incluindo multidões de inquisidores dispostos a opinar sobre a vida alheia com as certezas de um juiz e a agir com a arbitrariedade de um ditador. Como podem? “Você não escolhe se vai sentir raiva. O que faz disso é a grande questão”, diz o escritor gaúcho, hoje um dos mais aplaudidos da literatura nacional, em entrevista ao EL PAÍS em uma sala cheia de livros e sem computadores ou smartphones à vista.

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